Abismo

by Caverna

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credits

released February 10, 2016

Debut album lançado em CD digipack pelos selos: Distro Rock Records, Ihells Produções, M.V.C.S Prod/Distro, Hell Music and Resitência Underground Prods.

Caverna é de Patos/PB e seus espectros são:
Sauron - 666 cordas da destruição
Vinícius - Tambores de morte e urros abismais

Produzido e gravado por Victor Whipstriker (Farscape, Whipstriker) e Leon Necromaniac (Apokalyptic Raids) no Wild Sound Studio (Rio de Janeiro/RJ) em julho de 2014.

Arte do álbum e layout por Fernando JFL (www.facebook.com/giotefellax)

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about

Caverna Patos, Brazil

Suja, sombria e primitiva: Caverna.

Duo black metal de Patos/PB formado em março de 2012 com o veneno da antiga serpente correndo em suas veias, proliferando a mensagem do mal já eternizada antes pelos antigos Hellhammer/Celtic Frost, Bathory, Venom, Darkthrone, Sarcófago e todos os outros malditos do subterrâneo.

Remember: Only Death is real!
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Track Name: O Bramir da Besta
A essência obscura nos guia em meio à neblina
A sombra que me persegue, me protege
Em meio à pútrida existência celeste
Escolho vaguear nas trevas da floresta mórbida

A luz se torna trevas
O berro maldito ecoou
Dos bramidos da fera o envoltório de escuridão
O estranho sentimento do caos

De cada fluxo escoa o sangue
A pálida tez demonstra a vida
Para a virgem coroada, dou-lhe espinhos
Emana de mim o sofrimento

Contemplo em volta a escuridão
Sussurros, gritos, berros
Da penumbra saio e sinto
O odor de cadáveres escarlates
Track Name: Violando Túmulos
À meia-noite, sempre no mesmo cemitério
Vivo, porém morto, vagueio alucinado
Guiado pela morbidez do céu negro
Tudo o que eu vejo é dor e desespero

Carrego dentro de mim todos os demônios
Aliados aos espíritos da eterna maldade
As bestas de Baphomet surgem na neblina
Com o veneno da antiga serpente em suas presas

Nos mais profundos túmulos
Deito-me sobre ossos, carnes e vermes
Onde nenhuma luz ousa chegar
Ouço os sombrios sons da morte
Track Name: Alucarda
Sob a marca de Satã
Sacrificou a mãe ao nascer
Viveu uma infância de mentiras
Na penumbra de falsos pensamentos

Belphegor! Beelzebuth! Astaroth! Satanachia! Belial!
Belphegor! Beelzebuth! Astaroth! Satanachia! Belial!

Selando um pacto com o próprio sangue
Entregou-se aos prazeres carnais
Renegou Deus e todos os santos
Blasfemando o sagrado, destruindo o eterno

Belphegor! Beelzebuth! Astaroth! Satanachia! Belial!
Belphegor! Beelzebuth! Astaroth! Satanachia! Belial!
Track Name: A Morte
Nas ruas desertas vagando sem rumo
Sigo em frente sem olhar para trás
Percebo algo por perto seguindo os meus passos

Vivendo num mundo fantasma consumido pelo ódio
A minha alma está perdida submersa em um mar de chamas
Agonizando em eterno rancor e loucura

Na escuridão de meus pensamentos fico à sua espera
A vejo negra como o mais profundo abismo
Com seu olhar vazio me fitando

Possuído pela maldade, cego pelo ódio
Posso sentir o inferno queimando à minha espera
Enquanto houver vida, ela estará aguardando o último suspiro
Track Name: A Queda
Em frente ao majestoso império
Demônios riem e dançam
A dança macabra da morte

Na calada da noite eles berram
Gritam ceifando o vento que uiva
Embriagados pelo ódio ao terno

As faíscas iluminam o céu
A fogueira dos cadáveres crepita
O ritual da morte ruma o crepúsculo

Das sombras ascende o ser solitário
Do furor do ódio tece a força
Nas trevas dilata o espírito
Track Name: Espectro
Vivia aquele ser tenebroso na caverna putrefata
Sombras e espectros em seu espírito dançavam
Cálido espreitava a noite na selva amaldiçoada
Ansioso e trêmulo enquanto o ódio arrebatava

Acorrentado em seu antro nos confins sangrava
Sedento e faminto na penumbra desgarrada
Bramiu, enfim, o caos rasgando a noite gélida
Furioso e alucinado destroçou a selva eterna
Track Name: Anticruz
Maldito Deus, destrua sua existência
Um símbolo de terror para manipular os fracos
Sem piedade, vomite na podridão da humanidade
Sufoque-a em suas próprias mentiras

A cada cruz invertida, a vitória
Na perdição do pecado, profanem a virgem
Junte-se aos mortos na destruição
Erguendo-se em meio ao banho de sangue
Track Name: Suspiria
Nem tudo parece ser o que é
Onde tinha tudo para ser tranquilo
Era na verdade um covil

Rainha Negra!

Contos macabros não irão assustá-la
Nem mesmo os vermes em seus cabelos
Conte os passos e siga-os
Lembre-se: Segredo! Íris!

Helena Markus!